
Sindicato de Estudantes
Organização estudantil revolucionária e anti-capitalista que defende a educação pública, gratuita, laica e democrática.
Organiza um núcleo do
Sindicato de Estudantes
na tua escola ou universidade!Preenche o formulário
O governo AD leva a cabo uma ofensiva brutal para destruir a educação pública. Encerra organismos da educação, diminui o investimento da escola pública e aumenta o da privada, precariza professores, corta-nos as bolsas de estudo, aumenta-nos as propinas, ignora as nossas dificuldades em pagar habitação, transportes e materiais de estudo.Seguindo os passos do DOGE trumpista, o governo extinguiu vários organismos do Ministério da Educação essenciais à classificação dos exames nacionais, despedindo ou transferindo dezenas de trabalhadores qualificados, ao mesmo tempo que contratou, para algumas dessas funções, empresas privadas que negam qualquer responsabilidade na falta de qualidade do serviço.O resultado da sua política de destruição e privatização dos serviços públicos é a atual crise dos exames nacionais. Fora com o ministro Fernando Alexandre e com o governo da destruição dos serviços públicos de Montenegro!
O governo quer ainda limitar o acesso à educação superior a uma elite e relegar os estudantes de classe trabalhadora para as escolas profissionais, tentando fazer de nós trabalhadores e cidadãos servis que não questionem este sistema nem lhe deem luta.A verdade é que para nós, jovens da classe trabalhadora, o sistema capitalista só promete baixas qualificações, trabalhos precários e salários miseráveis para toda a vida.Só há um caminho para mudar as coisas: a luta organizada.É preciso unir o movimento estudantil nas várias escolas e universidades por todo o país, e ainda com as lutas dos professores e trabalhadores não docentes, para organizar manifestações, greves e ocupações combativas que liguem a nossa luta por um ensino digno à luta de toda a classe trabalhadora e de todos os explorados contra este sistema!Impulsionemos uma autêntica rebelião social que derrube este governo e os banqueiros e grandes capitalistas que o controlam e beneficiam da nossa miséria!
Vem construir o Sindicato de Estudantes
Em Portugal, sempre que o movimento estudantil ganhou força estivemos presentes para o construir através de um programa e métodos de classe e anti-capitalistas.Em 2019 incorporámos as manifestação multitudinárias da Greve Climática Internacional em defesa do planeta e em 2024 construímos os acampamentos contra o genocídio do povo palestiniano nas Universidades de Lisboa e do Porto.
Agora a inadmissível crise dos exames nacionais fará despoletar novas manifestações. A manifestação de dia 24 de julho em frente ao Ministério da Educação foi um primeiro passo em busca da unidade entre alunos, professores e trabalhadores não docentes nesta luta. Este é o caminho!O próximo passo terá que ser uma assembleia pública convocada por estas várias organizações para discutirmos de forma democrática as reivindicações e propostas para resolver a crise dos exames, os nossos problemas, dos professores e das escolas e os métodos a utilizar para o conseguir.
Junta-te a nós na luta contra os ataques do governo e por um ensino público, gratuito, democrático, laico e de qualidade ao lado dos trabalhadores do ensino, e por uma nova sociedade sem opressões e exploração.
Sindicato de Estudianteso exemplo que queremos seguir em Portugal
O Sindicato de Estudiantes, nossa organização irmã no Estado espanhol, tem núcleos espalhados por escolas e faculdades de dezenas de cidades e é capaz de convocar greves gerais de estudantes que trazem à rua dezenas de milhares de estudantes e fazem parar completamente o ensino.Faz este ano 40 anos de luta em defesa da educação pública, contra o machismo, a queerforbia, o racismo, o fascismo, a guerra imperialista, o genocídio do povo palestiniano, etc.A solidariedade e fortalecimento das lutas da classe trabalhadora é um eixo fundamental da sua ação.Nos últimos anos esteve ao lado da classe trabalhadora em lutas históricas. Destacamos a greve de 13 dias dos trabalhadores metalúrgicos de Cádis com a qual conquistaram um contrato coletivo de trabalho mais digno.
Nos últimos meses tem-se juntado às lutas das educadoras infantis e dos docentes da Galiza, Catalunha, Comunidade Valenciana e Comunidade de Madrid contra os ataques do governo locais.Juntou-se à greve indefinida convocada pelos docentes da Comunidade de Madrid ao também convocar uma greve estudantil indefinida a partir de 14 de outubro.
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Junta-te ao Sindicato de Estudantes!



